Ausência sentida

De novo senti meda de perder meus entes queridos porque mais alguém do meu passado se foi. Alguém que me viu crescer, alguém que fazia bolinhos de carne deliciosos para o jantar e quase sempre eu estava por lá, brincando com suas filhas, minhas amigas-irmãs. Alguém que falava puxando o erre com todos os erres que podem ser puxados quando se nasce no interior de São Paulo. Alguém que vai deixar saudades nas filhas, no marido, na neta, nos genros, nos parentes e amigos de perto e de longe como na minha mãe e no meu pai. E vai deixar saudades numa filha postiça que adorava passar os dias perambulando pela casa lá longe de sua morada, eu.

Fica com Deus, Isa!

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