E eu ainda aqui…

E ainda tô aqui, remoendo minha dor de amor… E mesmo tendo prometido que não leria Caio Fernando Abreu, que não procuraria frases, pensamentos e coisas assim sobre o fim de uma história, eu o fiz e taí:

“… Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal… E exigimos o eterno do perecível, loucos”.

“Venha quando quiser, ligue, chame, escreva – tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim”

“O que tem me mantido vivo hoje é a ilusão ou a esperança dessa coisa, “esse lugar confuso”, o Amor um dia. E de repente te proíbem isso. Eu tenho me sentido muito mal vendo minha capacidade de amar sendo destroçada, proibida, impedida”

Sou uma titica de galinha mesmo. Ás vezes me pergunto o que sinto quando sofro. Tipo assim, se é um barato sofrer. Se sinto coisa boa. Porque fico espizinhando minha dor, cara! Fico procurando por ela… Se ela resolve sair do meu pensamento, já tô eu gritando atrás, pedindo pra ela voltar, ficar mais um pouco. Louca? Imagine… Masoquista? Nunca, jamais em tempo algum…

Tá tudo meio dolorido ainda, meio quebrado, meio querendo que o tempo volte atrás uns seis meses mais ou menos e eu dizendo pelo telefone que não queria conhecê-lo pessoalmente, sabe? (É, a gente primeiro se conheceu pela net!). Ah se eu não tivesse atendido ele, naquelas trocentas ligações que ele me fez numa só tarde… Ô dó! Se eu tivesse sido forte e tivesse dito não… Mas enfim, eu disse sim e continuei dizendo sim todas às vezes. Mas se eu tivesse sido mais esperta do que aparento ser (poizé eu só aparento ser esperta, mas não é pra se aproveitar disso!), hoje não estaria aqui, me lembrando dos bons momentos que vivemos. Não estaria me lembrando do nosso café da manhã juntos, do nosso parabéns pra você sob a minha cama com um bolinho de muffin e três velinhas mágicas no dia do aniversário dele, com muitas promessas de quero ter você bem mais que perto… Não estaria me lembrando da primeira vez que tomamos vinhos juntos e ele ficou meio embriagado e com sono e eu adorei vê-lo dormir… E, com certeza, não estaria relutando em guardar todos os sonhos e perspectivas como estou agora. Difícil ensacar sonhos, viu?

Já disse que vai passar, né? Já… Então, vai passar, tenham paciência comigo. Quem aqui nunca sofreu de amor, poHa??

E tem mais… amanhã posso já estar bem melhor, nénão? Ou não…

Que merda!

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Um comentário sobre “E eu ainda aqui…

  1. Amiga.. dor de amor é uma bosta…

    Como vc mesma disse somente o tempo..

    Que ele passe bem rapido e cure seu coraçãozinho..

    bjinhos

    Dani diz: É amiga. Tô só no desejo de q tudo isso passe logo. Obg pela força!
    Bju

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