Minha terapia

Quando me irrito ou quando estou deprimida ou quando estou assim, assim, gosto de ir pra cozinha, abrir uma garrafa de vinho e cozinhar… Me faz bem! Consigo esquecer todo e qualquer problema que existe, me envolvendo com os ingredientes, com as transformações da cocção, com os aromas que percorrem a cozinha… Enfim, cozinhar pra mim, além de ser prazeroso é uma terapia.

E foi o que eu fiz ontem à noite quando cheguei do trabalho. Estava bastante irritada com a reunião de merda que havia terminado de sair. Louca pra mandar meu chefe pra casa daquele membro fálico que eu adoro  e não pude e ainda por cima, não veria meu motivo de suspiros! Daí arregacei as mangas, vesti um shortinho a lá gostosita da esquina, abri um vinho e botei a mão na massa, ou melhor na batata porque fiz um Leque de Batata que aprendi lá no meu blog do coração, o Rainhas do Lar. Show!!

A receita não tem segredo, mas não fiz igual a da Faby. Faltou o pimentão porque os meus de tanto ficarem na geladeira estavam feios, moles, nojentos e foram todos unidos para o lixo!

Fiz um refogadinho de lingüiça mista beeem picadinha com alho e cebola igualmente beeeem picadinhos. Coloquei temperos secos enquanto tudo fritava num pouco de azeite dos bãos e pinguei um tantinho de nada de molho de tomate. As batatas com casca, devidamente lavadas, foram fatiadas até quase o final, com um espaço de quase um dedo entre as “cortadas”. Ao refogado de lingüiça, após esfriar, misturei tomates maduros em cubos pequenos. Feito isso, fui para a parte mais chatinha da receita, que é colocar o recheio dentro dos cortes. Aff!! Lendo a receita no RL, parece fácil, mas não sei se foi porque eu estava sem a prática, mas as duas primeiras batatas eu penei viu? Na última já estava tinindo ao rechear. Acomodei-as numa forma previamente forrada de molho de tomate (que eu já tinha preparado na geladeira, da noite anterior) e salpiquei cubos de queijo de minas sobre as batatas.

Prontas pra assar!

Cobri com papel alumínio e foi pro forno por mais ou menos uma hora (demooooraaa) – enquanto isso, na sala de justiça, tomei meu vinho! Retirei o papel, furei com o garfo pra sentir a textura e salpiquei manjericão desidratado (porque não tenho uma hortinha na minha cozinha… Snif!), reguei com azeite e voltei com as bonitas pro forno por mais uns quinze minutinhos ou até que os vizinhos começassem a tocar minha campanhinha pra vir jantar aqui, hãm?

Pronto, as batatas foram pra mesa e direto pro bucho dos moradores do Jandira´s!

Prontas para serem devoradas!!

E meu estresse?

Quem disse que eu me estresso??

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