(S)Havana?

E na cidade, o meu amigo gato, agora paulistano…

E lá vamos nós pra baladas G num sábado à noite, onde tudo pode acontecer. O bar que escolhemos pra esquentar a goela não é lá essas coisas não, mas o povo freqüentador após voltar do show da Maria, (a Bethânia, porque a terra dos Caetés também recebe gente boa minha gente!) foi tudu pra lá. E eu que não via as pessoas a algum tempo, pude conferir que todo mundo continua iNgual

E no resto da noite? Ahá, só estando lá e fotografando (mas não tive coragem de sacar meu superhiper celular touch) porque resolvemos esticar a noitoca na nada mais nada menos do que a última dos moicanos em ambientes fechados G… Havana Dance. Ou seria Havana Club?

Gentes feias, horrorosas, diferentes. Sabe aquele povo que quando freqüentávamos o local e era muuito bom, ainda tinham 16, 17 anos e ficavam todos em casa, escondidinhos no guarda-roupa? Então, todos saíram do dito e se jogaram na noite. Aliás, eles se jogam todo final de semana. Adolescentes que ainda não se decidiram se gostam de meninas ou meninos ou ambos. Velhos caquéticos que já deveriam estar em casa, pessoas novas, pessoas que nunca vi na vida. Cabelos diferentes, roupas mais ainda… E de bando. Muitos, muitos.

Fomos para a área VIP. Sim, porque meu amigo gato, agora paulistano, quando vem pra terra dos Caetés, é tratado como rei! Adooooro. Pulseirinha rosa-shock-neon-purpurinada no braço e a área VIP… VIP? Onde? Aff. O VIP nada mais era do que um degrau acima do resto do mundo com um segurança empaletozado de preto num calor dusinferno e eu fiquei imaginando qual seria a temperatura dentro da roupa dele.

Área VIP. Pelo menos eu não iria ter que andar léguas, no meio do povo todo pra poder ir fazer xixi, hãm? Ponto pra área VIP. Oi?!

Sob a mira dos meus zóios ciganos, me encantei com um teeenager de moicano, fofo por demais (o único!!) que jogava charme pra um coroa e nem olhou a coroa que zuiava ele. Não, não tô falando de mim, viu?

Pós balançada de esqueleto e cansados de vermos tanta coisa estranha, resolvemos ir pra casa e qual minha surpresa? Na área externa tétrica, uma banda de ritmos caribenhos (como assim?) tocava um forró e a galera do forró tudu dançando agarradinho. Minha visão final não poderia ser pior.

Mas a saída do povo que vai pra área VIP e não solta um real porque meu amigo gato paulistano tem prestígio até no submundo, é sempre triunfal. Fila?! Onde? Passa na frente dos pobres mortais e simplesmente sai. Vai embora sem nem olhar pra trás.

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