Ela diz, que apesar de tudo ela tem sonhos!

E agora?

Não tendo outra opção, li lá na winkpédia (olha que estado de leitura cheguei! Acooode Senhor!!), que segundo estudos de uma tal de Donatella Marazziti a paixão se caracteriza, do ponto de vista biológico, por uma liberação contínua de alguns neurotransmissores como Dopamina e Noradrenalina. A Amígdala tem um papel central neste processo, pois é desta região que emana alguns dos sentimentos mais instintivos. Esta tempestade bioquímica está relacionada com um índice mais baixo de Serotonina do que em uma população normal, sendo semelhante ao nível deste neurotramissor nos portadores de Transtorno Obsessivo-Compulsivo, o que explicaria os pensamentos obsessivos da pessoa a qual se está apaixonado. Estes níveis bioquímicos explicam por que a pessoa tende a perder a razão, enquanto em estado de apaixonamento. Este mecanismo é semelhante ao de algumas drogas, como a cocaína, sendo necessário para a perpetuação da espécie, pela atração. Além destes neurotransmissores citados, há a participação de outras substâncias, tais como Oxitocina e Vasopressina, que estão relacionadas com o amor e as sensações de segurança e calma derivadas deste sentimento e blá,blá, blá…Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz! E então que depois de ler tudo isso, cheguei a conclusão que minha Dopa e minha Nora (todas minas!) estão exageradamente depois de quase 3 semanas, sendo liberadas em doses cavalares…!

Pronto, falei!

 

Ouvindo pela milhonésima vez: Feel, Robbie Willians

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