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Dentro do coração…

Oi pessoas! Eu voltei… Me desculpem se saí dando um tímido volto já, e deixando apenas a letra de uma música (para os mais chegados, havia sim uma explicação…). O fato é que alguém muito especial na minha vida foi viver ao lado dos anjos (e, possivelmente  fazer eles deixarem de tocar harpa para tocar atabaque! Rs.).

Perder alguém dói. Eu nunca havia perdido ninguém tão próximo a mim, como agora… Meus 2 avôs já se foram e uma avózinha também, mas como morávamos em cidades diferentes, eu senti mas não como desta vez. Não como senti a morte de um dos meus melhores amigo. Tudo tão rápido e muito dolorido…

Mas a vida continua, não é mesmo? E tenho certeza que de onde ele estiver, deve estar gostando de saber que eu voltei para o blog, voltei para a net e voltei até a ler meu orkut – quero aproveitar e agradecer também a todas as mensagens de carinho que eu recebi de pessoas preocupadas comigo. Valeu!

O que escrever num momento de dor e saudades? Logo eu, que adoro escrever? Me pego pensando sobre como expor tudo o que o Márcio significava para mim…

Eu sempre dizia que ele era carismático por demais, por isso saía atraindo multidão por onde passava, mesmo quando estava abusado, que não eram poucas às vezes. Aquele jeito alegre, divertido, escrachado, sempre com um palavrão na ponta da língua. Língua essa que não podia ver uma cerveja… Ah, que falta nos fará…

Era o primeiro a levantar pra dançar em qualquer lugar que tocasse uma música ou um batuquinho numa caixa de fósforos e não admitia música no volume normal o volume normal pra ele não existia. Dizia que não sentia a música. Era sempre volume máximo.

Quantos apelidos ele colocou em tanta gente e por quantos nomes ele era chamado: Márcio, Ricardo, Tatto, Tio Thó, Ricco, Marcinho…

Quantas histórias cada um de nós temos para contar ao lado dele. Momentos alegres, momentos tristes, momentos publicáveis, alguns impublicáveis, locais divertidos que íamos, alguns esdrúxulos, noites e noites de baladas, gargalhadas. Quantas lágrimas ele já me fez derramar e quantas lágrimas ele já secou dos meus olhos… Quantos conselhos que um dava para o outro e não eram seguidos. Algumas discussões, alguns afastamentos, mas nunca deixamos de nos amar, de nos importar um com o outro. Era curto e grosso quando queria ser e não media as palavras, mas mandava seu recado onde quer que fosse. Ele chegava e chegava!

Irei sentir saudades, irei por vezes me revoltar com sua ausência, irei querer gritar pra você voltar porque você mudou o plano no caminho. Aquele plano de envelhecermos todos juntos, morando no mesmo asilo, eu de andador, você e o Beto na cadeira de rodas já sem nenhum fio de cabelo, Marquinhos e Dadal até que meio lúcidos para não deixarem os enfermeiros baterem na gente… E agora?

Acostumar com sua ausência? Jamais! Sentir saudades? Sempre…Você sempre morará no meu coração e no coração de tanta gente que teve o prazer de te conhecer.

O céu está em festa agora. As harpas devem ter mudado de som com a sua chegada.

Fique em paz, amigo.

Sempre te amarei!

O desabafo no dia dos Namorados…

Queria saber quem inventou esse dia no calendário… Só pode ter sido algum apaixonado idiota, romântico e endinheirado. Ninguém merece! Porque não existe também o dia dos solteiros, solteiros felizes e infelizes? Sou uma solteira! Ou melhor, ESTOU uma solteira e na presente hora estou uma solteira infeliz. Queria alguém pra chamar de meu, pq não aparece ninguém??

Todo mundo quer alguém pra chamar de “meu”, até as mais convictas das solteiras precisam e embora digam que A-D-O-R-A-M estar sozinhas, no fundo, no fundo, bem no fundinho da alma, querem alguém. Eu não tenho vergonha de dizer que quero alguém, eu digo mesmo: EU QUERO ALGUÉM PRA CHAMAR DE MEU!!! Mas homem é um artigo de luxo hoje em dia, digo homem que goste de mulher, porquê homem existe, mas uma grande maioria só quer saber de homem! Ahá! Um tempo atrás, eu ainda queria escolher meu modelito de amor pro resto da vida. Queria um homem bonito. Bonito não, lindo, inteligente, bem-humorado, cheiroso, elegante, que soubesse cozinhar, que me tratasse como uma lady e que fosse de bem com a vida (profissional, social, sexual, etc, etc), hoje, já me contento apenas com um bonito. Ok, bonitinho… Tá vai, pode ser apenas simpático… Então tá, me contento com um simpático, mas tem que ser inteligente e de bem com a vida (sexual principalmente!) e que goste apenas de mulher!! Tô procurando esse famigerado e não encontro. Ás vezes me pergunto, será que estou nos lugares errados, na hora errada e com a roupa errada?

Vivo tentando não dar muita importância pra esse fatorzinho na minha vida, o de ser solteira, afinal, sou uma mulher quase independente financeiramente (oi?), sei do que gosto e não gosto na minha vida, sei das minhas qualidades físicas e intelectuais, então, me pergunto o porquê me preocupar com o fato de ter ou não um homem ao meu lado? Aiiiii, mas a sociedade cobra, e vc começa a perceber que também está se cobrando. Então tá, vamos combinar que eu também me cobro um namorado (e atualmente venho me cobrando demais!), dai que eu parei e analisei o porquê de eu querer tanto um namorado hoje: 1. pra dormir de ladinho, coladinho no corpo um do outro; 2. pra fazer amor (amor?!?! Nãããooo, pra fazer sexo!); 3. pra deitar a cabeça no ombro quando está triste ou cansada; 4. pra ir ao cinema; 5. jantar fora; 6. pra abraçar; 7. beijar na boca, no pescoço, beijar em todos os lugares do corpo; 8. dizer que eu sou a mulher mais linda e inteligente do mundo; 9. me pegar no colo mesmo estando uns 100 kg acima do peso; 10. dizer que me adora todas as vezes que eu perguntar…

Pôxa, é muita coisa! Realmente, existem coisas que só um namorado pode fazer por vc….os amigos não podem.

Então,  definitivamente, eu quero alguém pra chamar de meu, sim!!!

→ Texto escrito em 2006… Riam se quiserem, mas passo outro 12 de junho alone… Tá, mas não tô triiisteeee, tô só pensativa se irei ficar assim por muito mais tempo!!

Forrest Gump

“Olhou sua conta bancária e ela estava no especial a mais de três meses. Cartão de crédito sem limites. Salário? Todo comprometido… Não, definitivamente ela não podia comprar os livros de aventuras que tanto se interessou. Ficou triste, mas tinha que ser realista uma vez na vida!

Lembrou dos olhos do vendedor dos livros… Olhos de quem já havia lido todos àqueles livros e saberia contar todas aquelas histórias sem nem lê-las. Era fascinante. E foi com esse fascínio que ela se interessou pelos livros, mesmo sabendo que não poderia tê-los.

Agora estava assim, interessada e sem posses. Era até irônico, ela que sempre moveu mundos e fundos para adquirir algo quando queria, agora estava sem forças para ao menos pedir emprestado ao seu pai ou ao seu chefe.

Os olhos do vendedor não saíam da sua mente. Ele ofereceu os livros, apenas duas vezes para ela e foi o suficiente para que criasse esse fascínio, essa vontade de ler mais.

Enquanto “viajava” nas lembranças do livro, atentou para uma notícia na internet. Era o vendedor. Adorou ver os seus olhos novamente, aqueles mesmos olhos brilhantes de quem viveu todas aquelas histórias. E mesmo não querendo tirar os olhos dos olhos dele, leu abaixo da foto a notícia de que ele havia ganhado o prêmio de melhor escritor de aventuras. Observou o restante da foto, viu ao lado dele, a esposa segurando o troféu. Viu o sorriso largo no rosto de ambos e imaginou quantas histórias ele contava para ela.

Fechou a reportagem.

Fechou o site da conta bancária.

Pensou que não era a pessoa ideal para comprar todos aqueles livros. Talvez ela nem fosse ter tanto tempo assim para lê-los mesmo!

Abriu uma revista de fofoca e começou a folheá-la.”

À deriva

Acorda cedo e respira fundo, muito fundo. Até onde o pulmão cansado de guerra e fumaça de cigarro, agüenta. Levanta da cama com vontade de voltar, pensando se poderia dormir para sempre.

Sempre é uma palavra muito forte e, embora seja isso que ela queira, no fundo tem medo. Ela é medrosa… Tem medo do novo, tem medo do velho, tem medo de não conseguir viver o que ainda acredita que tenha pra viver, tem medo de tomar decisões erradas.

E nas decisões, tem certeza que todas que tomou até agora, foram erradas, muito embora grite aos quatro cantos do mundo que nunca se arrependeu por nada que fez. Mas ela não tem certeza disso…

Aliás, certeza é uma coisa que segundo o cérebro doidinho, doidinho dela, diz andar junto com a determinação. Certeza é irmã da determinação. Ela diz não ter ambos: não tem certeza de nada e nem determinação para nada. Nem certeza se quer chorar ela consegue ter, quando pára para pensar que não tem determinação…

Enquanto acorda e pensa se deveria voltar a dormir e deixar um recado na porta de fui pra eternidade, volto quando der, ela pensa no que pode, deve e não vai fazer. O desespero chega, sem bater na porta do seu quarto e ela fica mais amuada, acuada e sem reação. E embora queira sair dali sem olha pra trás, não consegue. Consegue apenas se sentir mais perdida no meio de centenas de pensamentos.

Fecha os olhos e vê ao longe um barquinho sem remos, sem motor, à deriva no mar. Se sente parte integrante e única desta visão…

Já desanimada de tudo, deita e dorme de olhos abertos, sem conseguir parar de pensar em tudo o que não tem e o que poderia estar tendo.

Não tem sonhos, tem pesadelos.

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Made for me

Queria dar uma lembrancinha para as minhas auxiliares do lar, a Dadá, que deixa o Jandira´s Center com o chão lisinho, lisinho e brilhando e a Fátima, que deixa nossas roupitchas sempre limpas e cheirosas. Mas não tinha idéia do que comprar… Não poderia ser caro, porque minhas posses andam escassas (ainda mais agora com a faculdade!) e não poderia ser nada batido porque simplesmente adoro me exibir inovar. Daí, como de costume ando por blogs maravilhosos, encontrei uma dica  de embalagens para presentes, da Katita do blog  Rainhas do Lar, que acendeu uma luizinha. Comprei panetones, latas de biscoito, vinhos e ficou assim:

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A sacola de feira, deu um trabaaaalho pra achar! Fui ontem, nas minhas duas horas de almoço, ao Mercado do Artesanato. O calor Senegalês desta cidade, aliado ao vai-e-vem de zilhões de pessoas, camelot´s, ladrões, maloqueiros e cheira-colas, me deixa estressada, cansada e descabelada! Mas no final de tudo, entre mortos, feridos e descapitalizados, salvei-me e ainda fiquei orgulhosa de mim!

Mais um ano que se passa, mais um ano sem você…

O que estaríamos fazendo se estivéssemos juntos no dia de hoje? Provavelmente uma comemoraçãozinha íntima. Só nós dois e uma garrafa de vinho. Em casa. É a sua cara esse tipo de comemoração… Bem íntima, bem caseira, bem você. Fico pensando o que fará mais tarde para comemorar seus 16.425 dias de vida. Te farão uma festa? Um jantar para seiscentos e cinqüenta e seis convidados, naquele restaurantezinho bucólico que um restauranter classificou? Provavelmente. E você se divertirá, beberá, dançará, comemorará, com aquele imenso sorriso que você sabe dar, mesmo quando o que queria era fugir de toda a agitação. Feliz aniversário pra você. Mais um ano sem você.

.. 

Me desculpem aos que visitam meu blog, se decepcionei, com esta mensagem totalmente particulation… Às minhas amigas que estão pensando que eu surtei, com este revival no dia de hoje. Sorry! Não pude deixar de escrever algo pra alguém que me proporcionou momentos tão felizes, mesmo tendo chutado o pau da barraca no final da nossa história. Quando a gente ama, qualquer coisa serve, para relembrar… (musiquinha chulé, para um dia não tão chulé assim…)

HORA-EXTRA

Saída básica, sem pretensões… Ou com pretensões? E o doce? Qual era o doce, mesmo? Vontade de seduzir e de se deixar seduzir… Será?
Os possíveis compradores e as possíveis concorrentes olham, todo mundo filma e como não consegue fazer igual, não consegue se “achar”, no meio da multidão, finge que não é consigo. Mas consegue achar o seu alvo, sempre…
E aí, quando o seu alvo, sabe que foi achado… É hora de atirar? Recuar? É melhor atirar! E atirar sem medo de errar, já errando… E mesmo não fazendo o estrago que pretendia (pretendia?!??), atira e dorme com um sorriso de satisfação por ter atirado…
Os pássaros cantam, metade do país dorme, sonha… Ela também dorme e sonha, mas não com ele, e sim com o bandido-bonito da telenovela de final da noite, que ela assiste quando quer NÃO PENSAR em nada!!

Um mesmo presságio

 

“Na véspera do dia dos namorados eles completariam 3 anos de uma história de amor ou serie estória de amor? Ela já não sabia se o que havia vivido com ele teria sido verdadeiro ou não. Ele colocou um ponto final na história/estória, um the end, sem consultá-la…

Ligou a TV do quarto e tentou se concentrar em algum programa, mas mudou sistematicamente de canal por alguns minutos e não achou nada de interessante. Desligou a TV, olhou para o celular e pensou em ligar pra ele. Desistiu quando lembrou que a última tentativa havia sido em vão, ele nem sequer queria escutá-la mais…

Pensou em todos os momentos que estiveram juntos, os bons e os maus e na balança deste pensamento, se deu conta que eles tiveram muito mais momentos bons do que ruins. Sentiu vontade de chorar, de voltar o tempo e não ter cometido alguns erros.

Fazia apenas 3 semanas que eles haviam se separado, que ele havia retirado todas suas coisas do apartamento ao qual moravam. Ela ainda podia sentir o cheiro dele pela casa, ouvir sua voz quando chegava, gritando como o dinossauro do desenho: Querida, cheguei!! Seguido de uma gargalhada. Abriu o armário e retirou a caixa de fotografias e ficou feliz que alguém há muitos anos atrás tenha inventado o registro de um momento, assim, poderia matar as saudades que corroia a sua alma, saudades dele. Olhou as fotos, lembrando cada momento em que foram tiradas, e parecia que sentia a presença dele ali, bem ao seu lado. Sentiu-se um pouco reconfortada. Fechou os olhos e procurou um motivo concreto para aquele fim. E ficou assim, de olhos fechados, pensando nas últimas semanas, nas conversas, nos gestos e acabou dormindo, sob as fotos.

Quando acordou já era dia e o mundo lá fora já estava andando, se deu conta de que havia sonhado novamente com o fim de uma história de amor que ela nunca havia vivido. Foi tomar banho se perguntando por que vez ou outra sonhava este término e com alguém que ela não conhecia? Seria uma premonição? Mas ela nem tinha namorado…

Foi trabalhar e no caminho resolveu comprar um presente para se dar de dia dos namorados, porque esse seria mais um ano que passaria sozinha. Entrou num grande magazine e escolheu a melhor e mais moderna câmera digital.”

 

Beija-Flor

“Por que às vezes, nossa mente força o coração a sofrer? Faz com que procuremos coisas no passado com as quais não queremos mais contato?

[“Eu fui embora, meu amor chorou, eu fui embora meu amor chorou. Vou voltar...”]

O dicionário diz que masoquista é aquela pessoa que se deleita com o próprio sofrimento. Então ela, não se enquadra nesta categoria. Não gosta de sofrer. Mas sabe que quando o assunto é sentimentos, sempre sofre!

Naquela manhã quando acordou, não imaginava que ao final dela, estaria procurando pistas, links, cartas, e-mails, músicas, tudo que a lembrasse dele. E encontrou. Encontrou mais do que queria, mais do que seu coração suportava. Encontrou a felicidade dele. A nova vida em que levava. Era tudo diferente, tudo novo, tudo bom. Diferente da sua, que ao compará-las, percebeu. Sua vida estava igual ou pior do que antes, quando eles deixaram de ser amantes. Ela não progredira em nada. Seus relacionamentos seguintes foram de mal a pior e ela não sabia se a culpa era dela ou das comparações que fazia, às vezes até inconscientemente. Mas sabia que não estava sendo verdadeiramente feliz.

E doeu ver que ele estava bem. Muito bem em relação a ela.

Lembrou de tudo o que viveram e a dor era mais forte, pois sabia que o que viveram não viveriam nunca mais juntos.

Perguntou-se, onde errou e onde haviam ido parar seus sonhos. Não obteve resposta, na sua mente só via o que havia lido. Uma única frase, entendível apenas para quem o conhecia e ela o conhecia como ninguém. Procurou mais coisas, apesar da tristeza que sentia lendo aquilo, mas ela precisava ver mais, precisava ter certeza do que já sabia. Sua procura foi em vão, só existia aquela frase, nada mais. Mas bastava para fazê-la se sentir péssima, seus olhos começarem a arder e ela sentir que a vontade de chorar estava por perto. Chorar por tantos anos de sentimentos camuflados, chorar por tudo o que deixaram de ter, chorar porque sabia que no fundo, ainda alimentava uma volta, chorar porque se sentia tola, chorar porque alguém o fazia feliz e não era ela.

Não chorou por enquanto.

Sentiu um misto de saudades, raiva, tristeza, impotência.

Procurou fotos, músicas, tudo que fizesse sentir sua presença mais uma vez.

Por fim, deixou o choro chegar…”

Carta à ninguém…

“…O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estrelar.”

Andei me perguntando, como estavam os astros e estrelas quando o conheci… Será que estavam todos agrupados, como um imenso swing estrelar? Que foi paixão à primeira vista, isso eu já sei de cór e ele também, porque a minha linda língua que não pára na boca, já contou à ele em uma dessas noites de embriaguês onde me sinto a mulher-maravilha e posso tudo, inclusive contar à ele, meus desejos (por ele, claro!). Mas de real, fico me perguntando como posso ter deixado me apaixonar assim, de cara. Logo eu, que já apanhei tanto, já caí e levantei tantas vezes por causa de amores mal resolvidos! Definitivamente, eu não aprendo meeesmooo! To sempre querendo o impossível, o mais difícil.

O desejo que ele me acendeu desde a primeira conversa, até o nosso primeiro “encontro” a sós, me fez perceber que ainda sei amar, que ainda QUERO amar. E que quero sim alguém pra chamar de meu…

Agora, fico procurando dentre tantas coisas que adoro nele, o que fez eu me apaixonar… Os olhos de um verde febril que sorri tão sutilmente, as histórias que me contou sobre a vida dele, a própria vida dele, tão igual e ao mesmo tempo tão diferente da minha, tanta coisa já vivida por ele nos seus poucos mais de 24 anos de vida. A inteligência que tanto procuro num homem, as coisas que ele conhece… O toque dos lábios dele nas minhas mãos, toda vez que me vê, mesmo sabendo que faz isso com toda e qualquer mulher que chega à ele, mas iludidamente, me sinto a única, a mais desejada, a especial.

Como será que as pessoas se apaixonam? Na Crônica do Amor louco, existe uma frase que diz: “Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera…”

Não sei se ele é o meu verdadeiro amor, mas sei que apesar de não estarmos juntos, adoro me sentir apaixonada por ele, adoro fechar os olhos e lembrar de nossos poucos momentos juntos, do cheiro dos cabelos, do hálito dele e de como ele me fez bem!

Adoro-o!

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