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Domingo diferente!

Domingo diferente de muitos de muito tempo. Fui pra rua! Coloquei a preguiça na gaveta, tirei minha melhor calça jeans e fui.  Shopping tentando assistir RIO, mas impossível. Trezentos de noventa e nove mil crianças e seus pais numa fila digna de entrada do show do U2… Todas as sessões lotadas! Só nos restou então ir beber… Nem queria ó! Depois de uma passada relâmpago no Escritório e constatado o que eu já sabia – que aquele lugar está jogado as traças, demos o ar da nossa linda beleza na Mofada e foi tudo de bom. Música ao vivo, gente jovem e bonita e o cantor gato de me lembrar o Wagner Moura.

Mas entre uns melês alcóolicos e uns cigarros, pensei na minha vida sentimental e pimba! Deletei alguns pensamentos, desejos e números de telefone. Precisava disso.

E agora tô aqui, em casa, pensando no que foi, no que não foi e no que será! Profundooooo? Não, coisas de quem tomou uns melês aí.

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Em tempo: Vai e vem e meu pensamento cai lá no estádio do Morumbi. Hunf!!

O sertão vai virar mar

Sonhei esta noite com água, muita água. Pensei até que tinha feito xixi na cama, mas não até porque não fui dormir bêbada. Fui bem sóbria por sinal. O sonho foi devido a ter ficado impressionada com o Tsunami do Japão. Meu Senhor do Céu, o que está acontecendo no nosso mundo? É o fim dos tempos? Daí você liga a tv e o assunto e as imagens são as mesmas. Água, destruição. E a pergunta que não cala: Será que um dia o Brasil passará por isso? Segundo um ômi inteligente aí,que não lembro o nome, não passaremos por isso. O Brasil, pelo menos não tem estas placas e mesmo que lá nas Zuropa, algum vulcão acorde e desencadeie uma onda gigante, quando ela chegasse ao Brasil, a intensidade seria bem pouca. Ufa! Já bastam os políticos FDP e o povo burro que este País tem, né?

Mamy´s ligou pra saber se estou acompanhando os acontecimentos e católica como ela só, me disse que isso é sinal de que Jesus está voltando e vai separar a população em 2 partes, as boas e as ruins. Perguntei à ela onde eu vou ficar. Não sou tão boa pra ficar no lado dos que vão a missa, pagam dízimo, fazem coisas boas e não sou tão ruim pra ficar com os assassinos e estupradores. Vai ter o povo do meio termo? Quase apanhei pelo telefone… ¬¬

Então que o melhor a fazer nesta tarde de sábado, é dormir. Esquecer de tsunami, terremoto, chegada de Jesus, falta de dinheiro, cigarro e sexo disposição!

Em tempo: Agora o jornal local, está mostrando as barbaridades de pedofilia, assaltos a bairros pobres, assassinatos. O repórter saiu da linha e chamou o cidadão de “alma sebosa”. Adorooo!!

Mulata Bossa Nova, caiu no Huly-Guly!

Pensando no meu carnaval. Que um dia quando eu era criança pequena lá em São Paulo, eu brincava. Lá na matinê do Clube Palmeiras (e torço pro Corinthians) e dançava aquelas marchinhas que hoje nem tocam mais. A gente dava voltas pelo salão com fantasias que minha mãe comprava e tudo era tão mágico, tão inocente… Depois, na adolescência, ia para Caraguatatuba/SP, podia dançar nos bailes a noite e beijar na boca dos meninos bonitos. Amor de férias. Paixão de carnaval que nem subia a serra!. Depois que mudei para Maceió, continuei indo para casas de praia com amigos e beijando na boca, mas aos bailes já não ia mais, as músicas já não eram as mesmas, era a vez dos trios-elétricos e das músicas bahianas que imperam até hoje! Agora, alguns poucos anos depois, meu carnaval se resume a ficar em casa, assistir filmes, no máximo ir a alguma praia caso tenha amigos disponíveis que decidiram não viajar para Olinda ou Salvador e tomar uns melês de álcool pra alegrar. Não tenho mais saco para casas de praia, muita gente, bagunça! Como a vida dá voltas…

Mais eis que recebi um convite tentador de passar um dia numa praia que fica a duas horas de distância do meu lar… Participar dos bloquinhos de rua do local, encher a lata fazer sexo e beijar na boca daquele que ando beijando ultimamente. Mas não, não vou… Longe demais pra pouca coisa.

Mas se alguém quiser ir, eu até penso em mudar de idéia porque sou fácil, extremamente fácil…

E então que 2011 chegou, entrou!

A gente pula 7 ondas, joga flores à Iemanjá, come romã e guarda as sementes na carteira, pede proteção, agradece à Deus, pede uma namorado, pede saúde, pede paz, pede dinheiro, pede menos trabalho, faz isso, faz aquilo e… quando chega no trabalho: Tudo igual ou pior a semana passada. Aff, tantos problemas que dói! Todas as minhas promessas de ser tolerante, paciente, de filtrar minhas palavras e blábláblá vão por água abaixo desse jeito, mininu! Ninguém merece, ninguém!

Mas não vim aqui pra reclamar. Ainda tô naquelas de filtrar palavras e pensamentos, ser mais tolerante, paciente…. Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!

Meu reveillon em Aracaju foi uma merda bem legal, tirando que o povo daquela cidade é tudu mal educado, tirando que caminhamos horrores para chegar no local da festa GRÁTIS, tirando que as acomodações não foram lá das melhores, tirando que não consegui ver meus meninos lindos que moram lá, tirando que tava um calor dusinferno, foi legal. Pelo menos a virada foi bonita, com fogos e bolões de gás brancos subindo aos céus.

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E então que tudo começou de novo. Segundona de trabalho, idazinha ao hospital visitar minha única avó viva, que deu um susto na família, ficando internada desde o dia 30 de dezembro, mas que agora está bem e amanhã, com fé em nosso pai lá de cima, voltará para casa.

E como tudo começou de novo, posso dizer que comecei já furando comigo e com meus planos: a caminhada noturna não teve inicio hoje como prometido aos meu botões e ao meu imenso peso atual. Mas tomorrow não tenho escapatória. Ou eu vou, ou eu vou! E tenho dito!

E o amor? Tudo lindo por aqui… Tsc, tsc! Ainda tentando dissolver o vidro de café solúvel, mas vou alí ferver uma água… ¬¬

Tempo de virada, de renovação…

Confraternização das SUPER´s, no maravilhoso  Santorégano.

Fotinhos falam mais que palavras, então…

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E um ano ímpar está bem ai na nossa portinha, já querendo entrar, ó? E como eu adoro anos ímpares, estou tão ansiosa com esta chegada, mesmo sabendo que nada muda. Que os dias serão os mesmos, os meses… Mas eu mudarei. Acredito nisso agora. Esta é a diferença de todos os outros finais de ano, de todas as outras promessas que fiz… Percebi que um novo ano pode não significar uma nova vida, mas poderá significar uma RENOVAÇÃO na minha vida! :)

Feliz 2011 para vocês que vêem aqui me ler, comentar, rir, achar chato… Qualquer coisa…

Feliz recomeço renovado para todos nós!

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Estou indo para Aracaju logo mais a noite, passar a virada por aquelas bandas, ouvindo Margareth Menezes e Diogo Nogueira, aquele estardalhaço de homem. Tipo assim, na praia, de grátis, com meus amigos!

Até ano que vem, heim?!!

Timbalada!

Alow, alow pessoas dessa cidade maravilhosa. Aqui quem vos fala é apenas o espectro de uma pessoa que acha que ainda tem 19 anos (esquece que mês que vem fará 29…) e se esbaldou no show da Timbalada ontem a noite.

Projetem a cena: chão de areia da praia, cerveja, homens bonitos, comprometidos ou gays – igualmente comprometidos, batuque do timbau e muita gargalhada! Saldo da noite: Mais moída que arroz de terceira, um sono dusinferno que quase não me deixa trabalhar (ô dó!), uma ressaca que não passa e uma larica que vem com a ressaca me fazendo pensar só em comida de todos os tipos, formas e sabores!

Dani Halliday adora sair, se divertir e ter estes sintomas no outro dia!

Fotinhos de qualidade péssimas numa noite mara:

Tão me vendo? Juro que sou eu!

Boca City

E no final de semana, o povo foi para Boca da Mata City. Zona da Mata da Terra dos Caetés. Cidadezinha de uns 30 mil habitantes. Gostosa como toda cidade do interior. Fomos para o evento do ano. Anivers de 15 anos da prima do marido Oscar. Evento de muitos. Quatrocentos convidados. Parou a cidade, hum?

Até minha preguiça crônica eu espantei…

Festa boa, com gente bonita e tudu comprometida, salvando-se apenas os teens da região que não fazem meu tipo (oi?).

Fotos aqui.

Mas, como tudo o que é bom, dura pouco, faltou cerveja as duas da matina, mas como eu não bebo cerveja, nem me importei, afinal, comecei a tomar um suco de mijo do cão lá no bar temático, tentando desesperadamente a atenção do barman-teen, assediado por 9 em cada 10 menininhas!

Vivendo…

Fim de semana de meio espanta preguiça de férias – essa síndrome que me assolou e que não quer sair dimim!

No sábadaço fui à praia com minhas cUmadres e os babys delas. A pessoa super desacostumada com  sol, areia etc, ficou mais vermelha do que um pimentão e só foi se dar conta da cor, em pleno shopping, dando uma de turista. Turista otária, diga-se de passagem. Daquelas bem mané que não sabe o que é um protetor solar e deixa as coxas torrarem e ficarem com um bronze meio vermelhão pimenta-malagueta, meio vermelhão arde pra cacete!

As figurinhas: Victor, Nicolas, Cê, Érika and me

E ai já que estava pelo litoral, dei umas bandas na casa da mamy´s que está viajando a lazer por Pernambuco (visita à parentes!) e então que fui olhar se minhas irmanas, papy and Justine, ainda estavam vivos. Constatado que todos passavam muito bem. Corados e bem alimentados por fast food e o rango da minha avó by express.

Mas boa alma que sou, dormi por lá e fiz o almocinho do domingo: Nhoc, porque carboidratos é sempre bem vindo para aqueles que não são adeptos da boa forma… :)

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E hoje, fui visitar a obra do meu futuro imóvel… Sim, senhoras e senhores, a obra está a todo vapor e lá fui eu e mais dois amigos que estão também nesta empreitada de um futuro melhor com casa própria, graças ao projeto do Molusco, Minha Casa, Minha Vida.

Amei tudo de pequenininho que terei brevemente. Amei sim, de coração…

LAR DOCE LAR

“E o que o ser humano mais aspira é tornar-se ser humano” - Clarice Lispector

Alagoas pede socorro!!

Todos sabem que moro na Terra dos Caetés. Moro em Maceió, capital das Alagoas. Aquela mesma que está embaixo de muita água…

É triste, é sofrido ver o que a força da natureza está fazendo com cidades inteiras do interior do Estado.

Não tenho parentes nas cidades que foram devastadas, não tenho conhecidos, mas me compadeço com todas as pessoas que vejo pela tv. Me compadeço com todas as histórias, todas as perdas, todo sofrimento.

Sei que isso não é um caso isolado, já tivemos outras e outras enchentes em nosso País. Assistimos devastações até maiores. Mas agora é ao lado de onde eu vivo. É tão perto que o sentimento de solidariedade parece que é até maior.

Para aqueles que acompanham este blog e moram por aqui, ajudem como puderem. Envie os donativos para o Corpo de Bombeiros, para a Infraero e para tantos outros lugares que a tv anuncia a todo instante… E para aqueles que não moram aqui e querem ajudar, tudo é bem vindo.

Tenho amigos de trabalho, que tem parentes nestas cidades. Tenho conhecidos no condomínio que minha mãe mora que também tem parentes. Enfim, por todo canto de Maceió, tem alguém recebendo os donativos.

E de toda desgraça a gente pode ver uma coisa bonita, né? A solidariedade humana é muito, mas muito grande. Ontem a noite, embaixo de uma chuvarada que começou novamente, vinha euzita num taxi e até a rádio taxi está recebendo donativos e ficou anunciando no rádio, daí o taxisita me disse que já havia levado diversas coisas, inclusive um colchão que estava meio que sobrando na casa dele e que se fosse preciso ele levaria mais donativos diretamente nas cidades, mesmo que ele gastasse com combustível porque aquilo que ele estava fazendo, não tinha preço. Entrei em casa, procurando toalhas de banho, lençóis, já que roupas eu doei  a alguns dias atrás pra minha ex-faxineira.

Não tenho tempo, nem acredito que eu tenha “fôlego” psicológico para ajudar in loco, mas o que eu puder fazer de onde estou, vou fazer.

(S)Havana?

E na cidade, o meu amigo gato, agora paulistano…

E lá vamos nós pra baladas G num sábado à noite, onde tudo pode acontecer. O bar que escolhemos pra esquentar a goela não é lá essas coisas não, mas o povo freqüentador após voltar do show da Maria, (a Bethânia, porque a terra dos Caetés também recebe gente boa minha gente!) foi tudu pra lá. E eu que não via as pessoas a algum tempo, pude conferir que todo mundo continua iNgual

E no resto da noite? Ahá, só estando lá e fotografando (mas não tive coragem de sacar meu superhiper celular touch) porque resolvemos esticar a noitoca na nada mais nada menos do que a última dos moicanos em ambientes fechados G… Havana Dance. Ou seria Havana Club?

Gentes feias, horrorosas, diferentes. Sabe aquele povo que quando freqüentávamos o local e era muuito bom, ainda tinham 16, 17 anos e ficavam todos em casa, escondidinhos no guarda-roupa? Então, todos saíram do dito e se jogaram na noite. Aliás, eles se jogam todo final de semana. Adolescentes que ainda não se decidiram se gostam de meninas ou meninos ou ambos. Velhos caquéticos que já deveriam estar em casa, pessoas novas, pessoas que nunca vi na vida. Cabelos diferentes, roupas mais ainda… E de bando. Muitos, muitos.

Fomos para a área VIP. Sim, porque meu amigo gato, agora paulistano, quando vem pra terra dos Caetés, é tratado como rei! Adooooro. Pulseirinha rosa-shock-neon-purpurinada no braço e a área VIP… VIP? Onde? Aff. O VIP nada mais era do que um degrau acima do resto do mundo com um segurança empaletozado de preto num calor dusinferno e eu fiquei imaginando qual seria a temperatura dentro da roupa dele.

Área VIP. Pelo menos eu não iria ter que andar léguas, no meio do povo todo pra poder ir fazer xixi, hãm? Ponto pra área VIP. Oi?!

Sob a mira dos meus zóios ciganos, me encantei com um teeenager de moicano, fofo por demais (o único!!) que jogava charme pra um coroa e nem olhou a coroa que zuiava ele. Não, não tô falando de mim, viu?

Pós balançada de esqueleto e cansados de vermos tanta coisa estranha, resolvemos ir pra casa e qual minha surpresa? Na área externa tétrica, uma banda de ritmos caribenhos (como assim?) tocava um forró e a galera do forró tudu dançando agarradinho. Minha visão final não poderia ser pior.

Mas a saída do povo que vai pra área VIP e não solta um real porque meu amigo gato paulistano tem prestígio até no submundo, é sempre triunfal. Fila?! Onde? Passa na frente dos pobres mortais e simplesmente sai. Vai embora sem nem olhar pra trás.

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"Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada." Martha Medeiros

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